quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Torridos Acordes - Parte XI

Ele a puxou para mais perto, as mão guiando-lhe o quadril, possuindo-a com mais vigor. Gotas de suor brotaram-lhe pela face e ele sentiu a temperatura dela subir, junto com um grito, veio também o orgasmo, fazendo Rian a contragosto sair do aconchego do corpo dela e derramar sobre seu ventre a essência do seu gozo.
_O que houve? Perguntou ela ansiosa.
_Nada cherrie, disse ele ainda ofegante, puxando-a de encontro ao seu peito e enfiando o nariz em seus cabelos, apenas não é a hora ainda de encomendarmos um bebê.
_Oh! gemeu ela envergonhada.
Ele sorriu.
_Tolinha, acho que já não precisa ficar tão envergonhada. Não depois do que houve. A propósito, como se sente?
Ele apoiou-se no cotovelo para olhá-la.
_Sinto-me péssima, meu amor, a beira da morte. Como queria que eu me sentisse? É claro que estou bem, essa foi a melhor coisa que já fiz na vida Rian, você foi perfeito.
_Que bom, então agora já posso confessar.
_Confessar o que? Ela o olhou curiosa.
_É que nunca havia feito isso antes, quer dizer, com uma virgem.
_Oh! Eu fui sua cobaia.
_Tive medo de confessar e você sair correndo.
Ele riu um riso aberto, como não fazia há semanas.
_Seu bobo!
Ele voltou a aconchegá-la junto ao peito.
-Laura, há algo que preciso contar.
Ele tornou-se serio.

Nenhum comentário:

Postar um comentário