quarta-feira, 7 de julho de 2010

Tórridos Acordes - parte X

Voltou para junto dela e aconchegou ao seu corpo, enquanto esperava que sua respiração se normalizasse.
_Você está pronta meu amor, pronta para mim.
_Eu o quero tanto Rian. Quero ser sua, inteira.
_Sabe que não poderemos voltar atrás não é?
_Sim, eu sei meu querido. Se eu tivesse dez vidas, dez vezes eu me entregaria a você.
Levando-a até o quarto, ele a deitou na cama estreita de solteiro, posicionando seu corpo sobre o dela, ela era tão pequena perto dele, tão frágil, temia machucá-la e já fazia tanto tempo que ele estivera com uma mulher...
Novamente terno, ele beijava-lhe os lábios e os cabelos, tantas vezes fantasiara aquele momento, enquanto ao lhe dar aulas curvava-se sobre suas costas. Laura entreabriu os lábios num gemido quando sentiu o contato do membro rígido dele em contato com o seu.
_Não tenha medo, amor.
_Não tenho, não é medo que sinto quando sinto seu desejo, é...
Ela não encontrou a palavra.
_Prazer ma cherrie, ele não pode esconder um sorriso de contentamento e orgulho, estava ensinando o amor, àquela garota linda que logo ele faria mulher. Você está sentindo prazer Laura, e fica tão linda assim, coberta de rubor.
Ela sorriu encabulada. Ele posicionou-se entre suas pernas, seu desejo era de urgência, mas não queria assustá-la ou machucar.
_Querida, vai machucar um pouco, mas eu prometo ser cuidadoso amor.
_Tudo bem, Marrie me explicou.
Disse ela corando e escondendo o rosto em seu ombro.
_Sapequinha.
Ele disse baixinho em seu ouvido e voltando a beijá-la, lentamente foi se encaixando dentro dela, Laura dava pequenos gemido, o corpo ansioso indo de encontro ao seu homem, logo ele sentiu a barreira do himem, forçou mais um pouco e ela deu um gritinho agudo. Ele já podia sentir o calor do corpo de Laura, seu desejo era possui-la de todo, abrigar-se em sua intimidade, mas não podia pensar só em si.
_Amor, disse-lhe suavemente, não precisamos ir até o fim, não hoje, se não quiser.
_Eu não desejo outra Rian, me faça sua, por favor.
Mais uma vez Laura inclinava o corpo, oferecendo-se à posse num instinto inato, tão natural quanto respirar.
As bocas unidas, Laura o abraçava, se insinuava provocante, ele já agüentaria muito tempo, desejava aquela mulher com todas as forças, forçou mais um pouco e sentiu a macia barreira sendo rompida, finalmente o calor de sua mulher o envolvia, moveu-se devagar, Laura ansiava por mais, uma sensação indescritível se apoderou dela quando ele começou estocar um pouco mais forte, novamente sentia-se úmida, quente, Rian sentia a mensagem inequívoca em seu sexo, o prazer de Laura fazia com que ele se movesse mais facilmente, ela agarrava-lhe os cabelos e gemia cada vez mais alto, quando sentiu que ela estava confortável com a penetração ele deu vazão a todo seu desejo, possuía sua amada com genuíno desejo, sentia seu membro massageado pelas contrações resultantes do prazer que ela estava sentindo. O corpo de Laura pedia mais, ele aumentou o ritmo, olhou para ela e seu semblante de felicidade e prazer, isso bastou para que sentisse seu próprio corpo estremecer, Laura agarrada a ele o seguia na dança ritual, tão antiga quanto a própria vida.

4 comentários:

  1. Concordo com o comentário acima: merece uma continuação.

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  2. Oh gente, prometo postar em breve. ele já tá prontinho, com direito a happy end. obrigada por acompanhar.

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  3. Torridos Acordes é simplismente demais...quero continuação viu, vc nao sabe oquanto eu gostei do enredo bjos prózinhaaaaaaaaa pimentah!

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